Dieta para a prisão de ventre em idosos: 5 alimentos para combatê-la

Descubra 5 alimentos chave numa dieta para a obstipação em idosos, frequente em maiores de 60 anos. Tome nota!

1 min de leitura
Dieta para el estreñimiento en ancianos: 5 alimentos para combatirlo

A prisão de ventre é uma das alterações mais frequentes do aparelho digestivo e os idosos com mais de 65 anos são geralmente mais propensos a desenvolver problemas relacionados com este sintoma. Conheça as dicas para conseguir uma dieta adequada para a prisão de ventre em idosos.

O que causa a prisão de ventre?

A prisão de ventre não é considerada uma doença como tal, mas sim um sintoma ou característica de outra, que pode ser provocada por diversas causas ou fatores de risco nos idosos:

  1. Dieta pobre em fibra e a redução da ingestão calórica
  2. Baixa ingestão de líquidos
  3. Sedentarismo
  4. Diminuição do trânsito ao nível do cólon
  5. Perturbações relacionadas com o envelhecimento, como a fraqueza muscular
  6. Alteração do estado mental e/ou depressão
  7. Alguns fármacos

Como tratar a prisão de ventre?

As orientações básicas a implementar numa dieta para prisão de ventre em idosos para corrigir o trânsito intestinal são muito simples e podem ser seguidas pela maioria das pessoas com mais de 60 anos:

  • Incluir a fibra vegetal diariamente
  • Optar por alimentos integrais
  • Comer leguminosas de forma saudável
  • Manter-se hidratado

5 Alimentos a introduzir numa dieta para a prisão de ventre em idosos

Estes são os 5 alimentos recomendados numa dieta para prisão de ventre em idosos, e que encontrará nas receitas da Natursenior:

  • Grãos inteiros, como pão e massa de trigo integral, aveia e cereais com flocos de farelo.
  • Leguminosas, como lentilhas, feijão preto, feijão verde, feijão de soja e grão-de-bico.
  • Frutas, como frutos vermelhos, maçãs com casca, laranjas e peras.
  • Vegetais, como cenoura, brócolos, ervilhas e folhas verdes de couve.
  • Frutos secos, como amêndoas, amendoim e nozes pecan.

Este artigo é informativo e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.

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